quarta-feira, 1 de junho de 2011

Criatividade Divina

Os deuses antigos e pagões, . Assim como as próprias religiões e culturas antigas, estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia, ganhando mais espaço na mídia e sendo explorados de maneira cada vez mais intensa. Chegamos num estágio onde é possível encontrar “Deus” em uma prateleira de mercado. Isso mesmo! Aliás, vários deuses! Os povos antigos buscavam a atenção e poder de seus deuses, mas nós temos a possibilidade de os encontrar em nossas prateleiras!

EA-RENOVACAOmpresas buscando inovar e atrair atenção para seus produtos utilizam-se de propagandas e mensagens marcantes. E por que não começar usando um nome extremamente marcante, forte e integro. Como um nome de um Deus!

O que diria Brahma, Deus hindu da criação, estar sendo invocado para a criação de bêbados e alcoólatras? E Minerva, uma das 3 deusas virgens romana , senhora da sabedoria, artes e estratégia militar, ser invocada para lavar roupa?! E Nice, Skol, Palas, Cronos, Titãs, Euro... como ficaria esse panteão sabendo que seus nomes e linhagens foram usadas para vender um produto?!

Tem produto de A à Z! Digo, de veículo ‘Apolo’ à alarmes ‘Zeus’. A criatividade de nossos marqueteiros é tanta que é mais fácil alguém achar que inventaram um novo Deus com nome de uma cerveja que achar que o nome dela proveio dele.

Mas pensando por outro lado, não poderia também ser uma influência divina uma empresa batizar seu produto com tais nomes? Afinal pode ser um bom negócio também para os Deuses!

Um Deus resistir à constante evolução da humanidade é complicado. A cada nova geração, novos problemas e urgências surgem, e logo um novo Deus -que atenda melhor as necessidades daquele momento- passará a ser mais lembrado. Ter seu nome arrastado para outra geração, mesmo que não saibamos que determinado nome pertence à um Deus, é uma brilhante forma do divino manter-se atual.

E os antigos Deuses buscam se aproximar de nós, inspirando a todos das mais diversas formas. Eles, como mostram suas mitologias, possuem sentimentos muito “humanos” e nesse instante buscam nossa atenção, como também buscamos sua atenção. Por vezes de maneira sutil, outras brusca, vivemos em constante troca e comunicação. Mesmo que VOCÊ não perceba.

Dentro do filme Constantine, por exemplo, existe uma cena em que o universo se comunica com Constantine (Keanu Revees) através de um cartaz exposto na rua. Aos olhos de outra pessoa essa mensagem talvez passasse desapercebida. As mensagens depende dos atentos olhos que as vêem! Reconheça esta comunicação com universo para que ele continue conversando com você!

A de se lembrar a velha oração de um rabi cabalista que ao falar com Deus disse:

“O que seria de ti ô Senhor, se este velho rabugento não estivesse aqui lhe adorando e lembrando as pessoas de sua Obra celeste.”

Este deveria ser um místico de muita fé e sobriedade, ao reconhecer a união e troca divina entre o Supremo e nós.

Por. MP Nuno MNH

terça-feira, 31 de maio de 2011

SEPHER YETZIRAH de Papus

A Tradução De Papus
1865-1916 em "A Cabala"

É com as trinta e duas vias da sabedoria, vias admiráveis e ocultas, que IOAH (Iod-He-Vau-He) DEUS de Israel, DEUS VIVO e Rei dos Séculos, DEUS de Misericórdia e de Graça, DEUS Sublime tão Exaltado, DEUS vivendo na Eternidade, DEUS santo, grava seu nome por três numerações: SEPHER. SEPHAR e SIPUR, isto é. o NÚMERO, O QUE NUMERA e o MUMERADO (Também traduzido por Escritura, Número e Palavra - Abendana), contido nas dez Sephiroth, isto é, dez propriedades, com exceção do inefável, e vinte e duas letras.

capa-cabala2-115

As letras são constituidas por três mães, sete duplas e doze simples. As dez Sephiroth, com exceção do inefável (EN SOF), são constituídas pelo número dez, como os dedos das mãos, são cinco mais cinco, mas no meio deles está a aliança da unidade. Na interpretação a língua e da circuncisão encontram-se as dez sephiroth, com exceção do inefável.

Dez e não nove, dez e não onze, compreende isto em tua sabedoria e saberás dentro de tua compreensão. Exercita o teu espírito sobre elas, pesquisa, relaciona, pensa, imagina, restabelece as coisas em seus lugares e assenta o Criador no seu Trono. Dez Sephiroth, com exceção do inefável, cujas dez propriedades são infinitas: o infinito do princípio, o infinito do fim, o infinito do bem, o infinito do mal, o infinito em elevação, o infinito em profundidade, o infinito ao Oriente, o infinito ao Ocidente, o infinito ao Norte, o infinito ao Sul. Só o Senhor está acima; Rei fiel, ele domina tudo do alto do seu Trono pelos séculos afora. Vinte e duas letras fundamentais, três mães: Aleph Mem Shin, a elas correspondem ao prato do mérito, ao prato do demérito e à balança da lei que conserva o equilíbrio entre eles; sete duplas, Beth, Ghimel, Daleth, Caph, Phe, Resh e Thau, que correspondem à vida, à paz, à sabedoria, à riqueza, à posteridade, à graça, à dominação; doze simples: He, Vau, Zain, Cheth, Teth, Iod, Lamed, Nun, Samech, Hain, Tsade, Cuph, que correspondem à visão, ao ouvido, ao olfato, à palavra, à nutrição, à coabitação, à ação, ao caminhar, à cólera, ao riso, ao pensamento e ao sono.

Pelo qual Yah, Eterno Sebaoth, Deus de Israel, Deus Vivo, Deus Onipotente, elevado, sublime, vivendo na Eternidade e cujo nome é santo, propagou três princípios e suas posteridades Ar, ;Água e Fogo), sete conquistadores e suas legiões (Os Planetas e as Estrelas), doze arestas do cubo ( O nome Aleph Lamed Beth Samech Iod - não parece significar diagonal...).

A prova das coisas é (dada por) testemunhos dignos de fé, o mundo, o ano e o homem, que tem a regra das dez, três, sete e doze; seus prepostos são o dragão, a esfera e o coração.

papusApesar de não considerar Papus um grande cabalista, ele possui alguns momentos de uma genialidade dimensional e rápida sagacidade de seu intelecto

Por. MP Nuno MNH

A Magia do Antigo Egito

O povo egípcio foi reconhecido perante a história e por outras civilizações que com eles tiveram contato, como um povo com forte fé religiosa e magistica. A fama de seus Magos e Sacerdote, poderosos o suficiente para controlar o Sol e a Lua, possuírem o controle de Deuses, Demônios, Homens e Animais, ultrapassaram as fronteiras de tempo e espaço e até hoje são sinônimos de grandes nomes do místico.

imagesCAU727FL

No mundo antigo quando se desejava mergulhar dentro de uma busca espiritual, as margens do Nilo era com certeza o lugar certo, com seus místicos, mestres, sacerdotes, magos e sem falar dos templos e lugares ocultos aos olhos alheios.

A curiosidade e admiração fizeram o culto de Isis ir espalhando-se por todo o mundo antigo. Seus mistérios influenciaram Gnósticos, Cristões Primitivos, Cabalistas, Hermetista, Rituais das mais diversas culturas, Sociedade Secretas e seus próprios segredos e até a idéia de hierarquia de panteão.

Os gregos tinham grande admiração e curiosidade sobre os conhecimentos ocultos da mística religião egípcia. Guardada durante séculos como segredo junto aos escribas, a própria escrita egípcia era vista como mágica pelos gregos. Vários iluminados antigos também aprenderam junto aos sacerdotes egípcios, como Abraão, Moises, José e mesmo Jesus estiveram envolvidos em tais ensinamentos místicos.

Dentro deste mundo mágico, o poder da palavra era supremo, Isis ao descobrir o nome secreto de Rá por exemplo, realizou ser tão poderosa como ele. Em uma ocasião Rá foi salvo por Isis da morte pela aplicação deste poder a ela revelado. Assim como conhecendo das conjurações corretas, os magos podiam possuir o poder e força dos Deuses invocados. O próprio Thot (Deus da sabedoria) manifestou o mundo através da pronúncia de uma palavra específica.

Dentro da antiga religião se podia criar um elo divino junto aos deuses, através de rituais, palavras, ações, manifestando as características e poderes de um determinado Deus. Se poderia utilizar-se desses rituais, palavras e ações para evocar determinada manifestação de um Deus, ao mesmo tempo também poder-se-ia neutralizar das energias negativas de certos deuses opositores com oferendas e sortilégios. Ou mesmo alcançar apenas as boas graças dos mesmos. Através de tais praticas magisticas religiosas era possível transferir ao homem tais poderes divinos, através de amuletos, imagens, tatuagens, orações...

Apesar de ser claro a influência dos egípcios entre as culturas que teve acesso, fica muito difícil conseguir distinguir tais toques culturais. Tais elementos atingiram tantas culturas e vertentes que até os cultos relacionados aos Orixás possuem essa ligação. E qualquer um que estudar um pouco do antigo mundo perceberá essa ligação, evidenciada pelas palavras de Marcelo Motta -o maior magista brasileiro- que disse que Aleister Crowley (seu amigo pessoal e parceiro literário), tinha manifestado o culto dos orixás egípcio dentro de padrões europeus. Isso porque a forma de manifestação dos Orixás é bastante similar a forma de manifestação das entidades Egípcias.

E assim essa rica cultura dos sacerdotes de Tebas trouxeram conhecimento ao mundo conhecido de sua época e ainda hoje influenciam diversas áreas de nossa sociedade moderna, seja na arquitetura da biblioteca central de Los Angeles, o Museu do Luvre, ou na vitrine de diversas grifes de jóias finas. E devido sua imensidão de conhecimentos ainda inexplorados, a Magia do antigo Egito continuará a enfeitiçar e influenciar ainda por algumas gerações.

Por  MP Nuno MNH.:.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Brasil e o Ouro Medicinal

imagesCAAW7MTYQuando foi anunciado a “descoberta” desta terra verde, fora dito para o Rei de Portugal, que aqui plantando tudo vinga e prospera.

O Brasil se encontra deitado em um berço esplêndido medicinal, mais do que qualquer pais do mundo! Encontramos o clima, temperatura, solo fértil... perfeitos para a manifestação de uma interminável variedade em sua flora e uma inestimável fonte de saúde.

Parece um contra censo falarmos de tal riqueza medicinal, sabendo a quando anda mal o sistema de saúde nacional, partes devido ao lobismo das empresas farmacêuticas, ao próprio homem moderno e sem falar dos interesses econômicos envolvidos na questão.

Temos a necessidade de irmos diretamente na raiz de tais problemas! De forma literal! Afinal em raízes, flores, folhas, cascas e sementes podemos realmente encontrar soluções para essa nossa questão.

Nossos avós se tratavam diretamente com ervas medicinais, chás, tinturas, vinhos e etc. Tais tratamentos sempre foram eficazes para os antigos, logo também serão para nós. Muitas das substâncias descobertas dentro da medicina popular são usadas em pesquisas para a identificação e utilização desta via medicinal. A medicina alopata utiliza as mesmas plantas medicinais para a sua produção bioquímica.

A medicina natural pode levar mais tempo, porém não destrói seu sistema imunológico nem obriga seu corpo a ficar dependente de doses cada vez maiores do remédio devido à resistência que seu organismo cria, também não vira refém do sistema das empresas farmacêuticas com seus preços abusivos.

Necessitamos mudar nosso vicio comportamental de buscar as nossas soluções em balcões farmacêuticos e caminharmos para a horta, pomar e floresta. Nossos índios sempre usaram a medicina da floresta e possuem grande saúde (em especial quando o branco esta ausente de sua sociedade).

O que infelizmente tem tornado-se cada vez mais comum é que estrangeiros busquem neste pais verde os ensinamentos de nossos índios, cablocos e erveiros espalhados por estes vastos estados e o levem de volta a seu pais, registrando, patenteando e incluindo no sistema farmacêutico uma nova forma de utilização desse nosso remédio natural. É a biopirataria como uma triste realidade - em especial na Amazônia. Esse fato só é menos triste de que o próprio brasileiro não dê valor à imensa riqueza que possui e não tenha interesse em manter essa memória tão valiosa que poderia ajudar e muito a todos.

Vários países utilizam suas medicinas populares e nativas em plena atividade, e muitas vezes sendo o padrão medico em seu pais, como podemos verificar na China e India por exemplo.

O momento é agora, vamos lembrar a receita da vovó e nos recolhermos novamente ao seio generoso de nossa Mãe Terra e aproveitar sua abundância em prol de nossa saúde!

Ervas Medicinais e suas aplicações

Dentro o leque enorme de receitas, iniciaremos nossa caminhada com o mal de todos os invernos, a Gripe.

Gripe e Tosse

Existem varias ervas que são utilizadas para gripe e tosse, mas as quatro a seguir são básocas e indispensáveis para o seu novo armário de medicamentos naturais.

1. Utilize a casca de um limão, mel a gosto e um dente de alho, em um chá bem quente. Tomar antes de dormir, seria muito bom

2. Ferva meio quilo de açúcar mascavo, 13 folhas de eucalipto e o suco de 2 limões. Quando ficar com metade do volume inicial, desligue o fogo e junte aos pouco uma garrafa de cerveja preta, é tome como xarope.

3. Faça um chá com agrião e cambará, junte mel e tome.

4. Colha 10 folhas de eucalipto, 6 folhas de avenca, 300gr de mel, é um litro d’aguá, ferva bem e guarde dentro de um vidro limpo. Utilize como xarope.

Por. MP Nuno MNH.:.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Falando com o outro plano através de Mediuns

Durante um dos trabalhos espirituais que realizo, uma entidade veio dar esclarecimento sobre as comunicações espirituais dimedimzendo o seguinte aos participantes.

“Quando entramos em comunicação neste plano, possuímos muitas dificuldades a ultrapassar, dentro destes obstáculos, o veiculo mediúnico é o principal problema.

A maioria dos médiuns necessitam de um refinamento de seu aparelho mediúnico, esta ligação feita com uma plataforma junto a hierarquias, reinos ou planos espirituais sutis, que é realizada, cada uma destas possui uma observância diferente do aparelho mediúnico a ser utilizado, e muitas vezes as condutas dos médiuns de trabalho, estão bem longe do que é necessário, tem muito médium por ai, que na verdade possuem e trabalham com entidades que se fazem passar por outras, utilizando de forma inteligente o médium para os seus desejos, enquanto entidade sem corpo físico.

O mundo espiritual esta ávido em receber todos os irmãos que desejem trabalhar ou mesmo se comunicar com o outro plano, porém o despreparo e conhecimento dos médiuns tem sido um problema. O racismo mediúnico ou pseudo espiritual, limita o aprendizagem em busca de uma verdade maior não dogmática, selada dentro de uma doutrina que nos limita e a ti, em busca de nosso EU pleno.

Nós somos muitos, sobre muitas faces e refinamentos espirituais diferentes, caminhamos sobre as doutrinas do homem, hoje sou xamã amanhã serei orixá, druida, feiticeiro, santo, deus ou deusa antiga, elemental, extraterrestre, ... caminhamos em uma constante troca de roupa cultural. Ainda espero o dia que o homem possa ver a Si sem roupa doutrinal e material.

É normal receber dentro do Brasil, as entidades que são de hierarquias raízes, dentro da cultura e solo brasileiro, assim sendo o canal de comunicação, é mais fácil de se entrar em contato com as hierarquias das tradições de candomblé, umbanda e indígenas. Porém é possível entrar em contato com qualquer entidade, de qualquer tradição, porém para isso, é necessário realizar um ligação profunda, baseada em conhecimento e realização, não em fantasia e ignorância.

Sem entrar em hierarquias diretamente, devo ressaltar que cada uma possui seu refinamento espiritual, algumas mais perto do sutil refinamento espiritual, outras mais próximas da massa densa da matéria de nosso mundo.

Por isso somos influenciados de certa forma construímos nossos canais mediúnicos, através das hierarquias raízes, refinamento mediúnico, cultura e religião.

Por. MP Nuno MNH .:.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A Natureza é Divina

Hoje acordei e resolvi me absorver junto a Divina Mãe Terra.

Como um simples observador, fotografei alguns momentos, do jardim do monasterio.

orquidea

Nesta orquídea meditei … Logo após pude perceber este macaco se aproximando de mim.

macaco1

entre …. flores e taturanas brancas, um reflexo natural.

brejo

mmmm

pude vislumbrar o nascimento desta borboleta.

borboleta

Neste momento pude realizar uma metamorfose entre nossos seres.

Atenciosamente,

MP Nuno MNH

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Aspectos dos Deuses


Aspectos dos Deuses
Dentro dos intermináveis caminhos da espiritualidade, muitas vezes ficamos confusos com a interminável quantidade de Deuses e entidades, além de seus aspectos, características e personalidade Divinas ou não.
Os panteões divinos são divididos inicialmente pelas características e relações de cada Deus/Deusa, e unidos pela cultura em que nasceu. Podemos verificar que dentro destas características podemos entender facilmente as diferença entre as religiões, que nascem das características mais importantes e necessárias de cada população, cultura e/ou nação, de cada época.
Quando os habitantes das encostas nórdicas conhecidos com vikings, começam a superpovoar suas terras férteis, e a escassez de alimentos foi uma questão de tempo. Sem a possibilidade de aumentar suas terras congeladas, começaram a invocar os aspectos mais necessários para a sua sobrevivência junto aos seus Deuses, tais aspectos violentos eram necessários para a sua sobrevivência. Outras culturas consideravam indesejáveis tais características.
Dentro desta cognição guerreira, seus Deuses manifestavam também tais aspectos, desta forma por muitos séculos os vikings pilhavam e invadiam os países ao Sul, fugindo do gelo ártico, em busca de prosperidade em novas terras, ou morreriam de fome. Estranhos com estomago vazio não eram normalmente bem recebido. Varias lutas se deram, e os aspectos divinos necessários para a sobrevivência formam usados.
Veja os xamãs que buscam a interação com o ambiente em que vivem, a compreensão e sincronicidade com a vida natural. Afinal a sua sobrevivência depende disso. Como os próprios judeus, em sua Torah, demonstram um Deus duro e bélico. Afinal, viviam em guerra, assim demonstrado nas escrituras judaico-cristãs.
Os buscadores utilizam as qualidades Divinas necessárias a sua caminhada, os outros aspectos muitas vezes são dispensados.
Enquanto um politeísta utiliza deuses diferentes mediante os aspectos que deseja invocar, o monoteísta busca em seu único Deus tais qualidades e aspectos.
Me foi dito uma vez, que o monoteísmo era um processo de preguiçoso, assim desta forma poderíamos rezar menos, estudar menos, saber menos ...
O importante é invocarmos o Supremo, seja qual for a sua caminhada: mística, espiritual, religiosa ...

Atenciosamente,

MP Nuno MNH